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** fotografia do meu conterrâneo Sr. Manuel Dias, partilhada no Facebook. Às vezes, tenho dificuldade em diferenciar o direito do avesso. Será pressa, distração ou a perfeição da peça, mas acontece. Nesta história, que tenho tão presente, acontece-me o mesmo. Talvez as ingerências do presente não me…

As histórias infantis começam com “Era uma vez…” e  terminam com “foram felizes para sempre.”. Esta começa com um “há” de haver e termina num mundo sugestivo de paladares. Ora vamos lá: Há um mês no ano, em que deixam o Alentejo e instalam-se na cidade. São…

Afinal, o tempo sossega-nos sempre. Os solitários perdem-lhe o sentido, os que dizem não o ter desejam-no como se deseja um homem ou uma mulher. Vivemos o tempo do “ir indo” e com isto esticamos tudo até mais não. Há sempre alguém que pergunta: “- O que estás…

Um lugar chamado rebeldia!   Fui lá tantas vezes, talvez devesse lá voltar de quando em vez. “O meu mundo já mudou o suficiente”, diz uma voz conscienciosa, que já não sei calar. Apetece viver com estardalhaço.  Apetece atirar com hábitos inúteis pela janela. Apetece construir outra…

O meu barco. Não há onda ou tempestade que me impeça de navegar, porque és o meu barco. A fortaleza onde me sinto princesa. Podem chamar-me romântica, podem olhar-me com desdém ou inveja. Amo os rumores. Assemelham-se ao mar num vaivém de ondas e marés. És o…