Um lugar chamado rebeldia!




Fui lá tantas vezes, talvez devesse lá voltar de quando em vez.

“O meu mundo já mudou o suficiente”, diz uma voz conscienciosa, que já não sei calar.

Apetece viver com estardalhaço.  Apetece atirar com hábitos inúteis pela janela. Apetece construir outra semântica para definir conceitos de fracasso, desilusão, razão, esperança, tanta coisa misturada.

É assim, que se cumprimentam a adolescência e a vida adulta: cumprimentam-se sem palavras.
Há um lugar chamado rebeldia. Quem lá morou, tem sempre vontade de voltar. Quem lá morou, sabe que as histórias que se contam desse lugar, carecem sempre de confirmação. Mas não existe uma que tenha sido devolvida. Foram todas consumidas. Todas absolutamente vividas.

N.B.

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