É como uma moinha, que se instala. Vem sempre na ressaca dos dias desavindos. Sei onde mói. Invariavelmente é aqui, nas costas do coração. Tenho-as todas etiquetadas ou não fosse dada a pormenores. O que não seria, sem esta organização?! Ao centro a etiqueta maior, a que…
Isto começou agora. Isto começou em 2013, quando criei o blogue, escrevemedevagar.pt. Começou em Heidelbreg, na Alemanha, quando percebi o tamanho do mundo. Começou na faculdade quando quis mudar de curso, ir para Direito e não mudei. Começou quando me apaixonei, todas as vezes que me apaixonei.…
Estou aqui. É aqui que vou continuar. Pode vir o passado como um rio desgovernado mostrar-me o que não fiz, o que falhei. Não me demoverá. É aqui que desagua o futuro que me pertence. Não sei se estou preparada, se tenho força, se dói a espera,…
Que coisa tão simples deveria ser o amor. Tão simples e capaz de exclamações como esta: “Afinal, dão-se!”. Imagino a vizinha da marquise do 2ºandar, o empregado da leitaria, a Lena do quiosque, a neta da porteira, o Mário dos Músculos, o pintas do Tó-Jô ou a…
Chegam morenas as pessoas. Trazem o Verão colado à pele, as pernas relaxadas da espreguiçadeira, da toalha estendida todo o dia no areal, das tardes de esplanada, das noites de diversão. Chegam com os cabelos clareados do sol, estilo despenteado ao sal, a mastigar um vagar que…
” Não te esqueças de agradecer.” – esta frase faz parte da vasta herança de recomendações, que preenchem o meu depósito educacional. Dou-lhe o maior valor e sei o que representa. Por isso, venho agradecer a todos os que contribuíram para que o blog tenha ultrapassado as…