Faltam elogios entre nós. Não vale a pena justificar com a dificuldade no emprego das palavras, ditas ou escritas. O elogio, também, se faz com o olhar, faz-se de aplausos, de regressos, de gente que fica, do bom exemplo que se oferece e se aprende como cartilha para a felicidade. Um pouco disto tudo e outro tanto amplia o que há de melhor em cada um.  A figura maior é sempre quem elogia, quem gosta, quem ama.

No dar, sincero e despretensioso, nasce o agradecimento. O contrário legitima o engano, a falsidade. Liberte-se a timidez, o constrangimento. Diga-se sem receios o que não se sabe dizer, como sugere Sigmund Freud:

“Contra os ataques é possível nos defendermos: contra o elogio não se pode fazer nada.”

N.B.

 

 

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