Estar vivo é mais do que respirar, estar no juízo perfeito, andar por aí. Estar vivo é estar atento ao mundo em que vivemos e àquele onde julgamos viver. Estar vivo é ser obrigado a viver com as imitações que todos experimentamos, enquanto nos convencemos que num pedacinho do nosso ego há originalidade. São poucas as coisas que acontecem uma única vez. Desatentos não nos damos conta.
Acredito que são muitas as vontades reféns da falta de coragem. Endereçadas a um código postal cuja morada é a imaginação. Acredito que guardamos frases, aquela num mural que nos provoca: “Como são maravilhosas as pessoas que não conhecemos bem.”
