Um dia olhei para mim e vi que a escrita me realizava. É assim, portas que se abrem por dentro, porque a gente nem sempre vive onde mora, porque os pensamentos também são a nossa casa. O real e o não real, o verdadeiro e o falso, como este cão de pelúcia. Isto pouco importa, o que realmente importa é a luz que inventa todo o universo das palavras. Uma espécie de estrela que acredito não se apaga.

N.B.

 

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