A incoerência faz parte de nós. É, existe.

Está para o palato como o sabor agridoce. Está para o tato como a carícia desejada. Está para a visão como a poeira, que obriga a proteger os olhos. Está para a audição como uma nota desafinada. E para o olfato como a comichãozinha que antecede a rinite. E aquele beijo sem face, sem boca é quase isso, também.
O que importa saber é que a incoerência existe. Chamar-lhe outro nome é um erro. A isso, chama-se falsidade.
N.B.
                                                    ** imagem pinterest
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