363, 364… e estamos quase em 2017.
O último texto deste ano serve para vos contar uma coisa. Uma coisa que trago comigo, que todos temos guardado algures num guarda-fato da nossa vida, cheio disto, de Sonhos. Tenho tantos por estrear.
Proponho a todos os que lêem estas linhas, que procurem nas gavetas, nas caixas dos armários, nos bolsos, debaixo da almofada, nos ficheiros de Excel da consciência, no coração: Os Sonhos.
Os Sonhos são planos à procura de concretização. Há que semeá-los, há que acreditar no seu poder. Desafio-vos a serem Semeadores de Sonhos. Porque o futuro é o que excede a imaginação e os sonhos não padecem de altos e baixos, isso só acontece aos Semeadores.
Imagino-vos a ler isto. E sei que percebem onde quero chegar. Precisamos de objectivos para viver, planos, desafios, sonhos. Tantas palavras para definir o combustível para a viagem. É preciso procurar as desculpas deixadas dentro. É preciso equacionar isso a que designamos de prioridades, conceito inventado para nos fazer escolher, normalmente o que não alimenta a alma.
É isto que procurarei em 2017. É isto que desejo a todos.
Entre a ida e a vinda muitas ideias terão futuro e outras serão cansaço e coisas difíceis de aprender.
Ainda assim, só quero o amanhã.
E não termino sem acrescentar um pedido de desculpas, porque nem sempre nos damos conta que muitas vezes precisamos de atravessar pontes, para encurtar caminho. As pontes do agradecimento e do perdão. É através delas que eu quero continuar ligada a todos.
Beijos
