Que nome dás à sensação provocada pelas árvores em movimento quando as cores se misturam, enquanto os pés se regalam ao vento? Preciso disso. Não sei qual é a designação, a palavra correta, mas preciso disso. O mundo ferve de ódios, de loucos, de assassinos, de terroristas.
Desumanos.
Impõe-se começar de novo, do início. Fazer como dizia Mandela, ensinar a amar ao invés de a odiar. Porque não se nasce a odiar, aprende-se. É preciso desfrutar desalmadamente do que não tem preço, do amor, do sol, do vento, do mar, do que cresce na natureza.
Que bom que era, se por magia desaparecesse o consumismo, a globalização, o aceleramento que nos conduz ao abismo.
Sinto a brisa fresca nos pés. Convido-te a dois dedos de nada, tranquilidade só. Convido-te a acreditar que jamais se perde, o que merece ser salvo.
N.B.
