Fui ao banco hipotecar a minha imaginação para investir em ideias que me entusiasmem. Não é fácil, talvez seja mais difícil do que uma nuvem não querer chover. E não tão difícil, como acreditar que há um dedo que adivinha.
Escrevo num papel, num guardanapo, na tua pele se te puseres a jeito. Vou escrever tanto, que será impossível não me leres. E um dia podes levar-me para casa.
Nesse dia pagarei a hipoteca.
N.B.
