Não ponhas tanta coisa no dever, não o engordes dessa maneira. Vigia-o, olha que o dever tem nome próprio, não lhe chames amor, família, trabalho.
O dever é um vasto território, uma terra de ninguém, sempre pronto expropriar-nos.
Não te percas. Segue os sinais que te aconselham a perguntar com frequência:
– Onde fico eu? Onde fico eu?
N.B.
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