Se conseguires, escreve um OBRIGADO do tamanho de uma casa, do tamanho do coração! Foi nisto, que pensei antes de adormecer.
Se puderes escreve, com a magia e a ternura de quando nos sentimos especiais e ingénuos!
Se puderes escreve, com a magia e a ternura de quando nos sentimos especiais e ingénuos!
Se puderes diz…
Por isso, começo com “Era uma vez” um passatempo criado pela Raiz Editora, que me desafiou a escrever UMA HISTÓRIA DE ENSINAR.
Contei-a com a simplicidade dos dias, das horas que correm, quando fazemos parte de um mundo novo, no meu caso a primeira vez que dava aulas. Mas nunca se conta a história toda!
Por isso, começo com “Era uma vez” um passatempo criado pela Raiz Editora, que me desafiou a escrever UMA HISTÓRIA DE ENSINAR.
Contei-a com a simplicidade dos dias, das horas que correm, quando fazemos parte de um mundo novo, no meu caso a primeira vez que dava aulas. Mas nunca se conta a história toda!
Porque se é difícil saber o exacto momento em que começa, perceber-lhe o fim, ainda é mais complicado. Dei-lhe o título, “Um começo de Muitos Começos” e publiquei-o neste meu blog. A editora, atribuiu outro, “Interações“, para efeito do passatempo. Não lhe achei grande piada, confesso!
Agora, percebo que noutro lugar desta história, fora do texto, escreveu-se outra narrativa feita de posts no facebook, feita das Interações que se estabeleceram, com todos os que quiseram participar do meu apelo, e conhecer este texto.
Foi um mês de visitas diárias à página da editora, um mês de conversas e graças sobre as subidas e descidas da minha história. Não me é possível agradecer individualmente, o Vosso apoio, nem as palavras de entusiasmo que troquei através da net e pessoalmente, com tantas pessoas queridas. Nem a todos, os que não conheço, mas que por sugestão de amigos, votaram no meu texto.
Agora, percebo que noutro lugar desta história, fora do texto, escreveu-se outra narrativa feita de posts no facebook, feita das Interações que se estabeleceram, com todos os que quiseram participar do meu apelo, e conhecer este texto.
Foi um mês de visitas diárias à página da editora, um mês de conversas e graças sobre as subidas e descidas da minha história. Não me é possível agradecer individualmente, o Vosso apoio, nem as palavras de entusiasmo que troquei através da net e pessoalmente, com tantas pessoas queridas. Nem a todos, os que não conheço, mas que por sugestão de amigos, votaram no meu texto.
OBRIGADO! Uma palavra que enumera tantos sentimentos, OBRIGADO!:)
Nunca se conta a história toda e ainda assim, quero acrescentar uma migalha a esta História de Ensinar.
Nesse ano, fui convidada a participar de um projecto de Ensino Precoce de uma Língua Estrangeira. Ensinei francês às crianças do 2ºano, antiga primária. Tão pequeninos! Mal sabiam escrever em português! Aquilo, fez-me borboletas no estômago. Sem saber como, foram voando, dando lugar à curiosidade, sem qualquer resistência, destas crianças que me começaram a cumprimentar com um “bonjour“.
Nunca se conta a história toda e ainda assim, quero acrescentar uma migalha a esta História de Ensinar.
Nesse ano, fui convidada a participar de um projecto de Ensino Precoce de uma Língua Estrangeira. Ensinei francês às crianças do 2ºano, antiga primária. Tão pequeninos! Mal sabiam escrever em português! Aquilo, fez-me borboletas no estômago. Sem saber como, foram voando, dando lugar à curiosidade, sem qualquer resistência, destas crianças que me começaram a cumprimentar com um “bonjour“.
Guardo o livrinho, que me ofereceram no final do ano. E porque uma história deve acompanhar-se de um boa ilustração, deixo-vos o retrato, dessa professora, vista por estes artistas de palmo e meio.
— em Escola Básica Integrada de Portagem.


