“- Ó menina, onde vai assim com essa pressa?
  – Vou a correr para 2014.
  – Ah!”

E eu venho aqui recordar que em 2013 nasceu, “Escreve-me Devagar”.
Neste blog contam-se histórias, emoções vividas, idealizadas, de dias tão diferentes e tão iguais, de uma mulher que escreve como quem fala. E tanta “escritura” deve ser fruto de muito silêncio, também. É no silêncio que as ideias ficam a pensar coisas, a criar fome de frases e textos que outros degustarão com prazer ou não, conforme o gosto.
Nestas últimas horas de 2013, tudo o que aí vem tem a enormidade desmesurada do desconhecido.
Serão 365 dias vazios que se preencherão tão rápido, como a avidez com que o gato come as filhós, esquecidas na mesa da consoada.
Plof!! E já estaremos, outra vez à porta de um novo ano.
Tinha intenção apenas de desejar a todos os que por aqui passam, um Bom Ano de 2014 e já escrevi mais do que isso.
Não consigo dizer apenas, Bom Ano. Os lugares comuns só servem, se lhes acrescentarmos uma mão cheia de palavras. Estas vão chegando ao compasso dos segundos no relógio.
Não faço planos, nem projectos. Quero aproveitar as oportunidades de 365 novos dias. E com toda a certeza, em  Escreve-me Devagar. Conto com a vossa presença.
Bom Ano de 2014.

N.B.

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