Quis morrer, mas não era o dia.
Quis voltar atrás, mas não havia caminho.
Quis gritar, quis chamar-te mas faltou-me a voz.
Segui em frente sem saber para onde ir, que direção tomar.
Alimentei-me das mágoas, das incertezas, da solidão. Perdi a fé.
Olhei para o relógio, eram 22h40. Sempre podia esperar até amanhã. Hoje não era o dia, amanhã…
Morrer no dia seguinte é mais hollywoodesco.
( cenas de um guião em que o poder de decisão é a personagem principal.)
N.B.
