Fui ao banco hipotecar a minha imaginação, para investir em ideias que me entusiasmem. Não será fácil, talvez mais difícil do que uma nuvem não querer chover. Mas não tão difícil como acreditar que há um dedo que adivinha. Escrevo num papel, num guardanapo, na tua pele…
A certa altura, a ideia romântica da vida desaparece. Os objectivos tomam conta dos sonhos e a maciez da ilusão dá lugar ao endurecimento das artérias, que faziam circular tudo isto. Parece que chocamos contra o céu que nos protege e no meio deste tremendo acontecimento, paramos…