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Abril 2015

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Há um sanatório das palavras. É um lugar aparentemente tranquilo e surpreendente para quem o encontrar. Imensas alas e corredores cheios de palavras. Algumas apáticas encostam-se às paredes, outras apanham sol sentadas no lancil das janelas, outras ainda estão teimosamente acocoradas, no chão frio. Quase todas aparentam…

Como se desenha o vazio? Como se ilumina a noite que vem de dentro? Como se encontra o caminho, quando se saí da estrada? Como se grita em silêncio? Como se pára o tempo? Como se volta a casa? Como se volta para dentro, desse teu ventre…