O que não falta por aí são mensagens. Estão em todo o lado, como o ar que respiramos. Há quem as engula sem mastigar, quem as ouça e esqueça logo de seguida, quem as guarde para mais tarde ler, quem as ignore por completo. Há mensagens de todo o tipo e as mais diversas formas de as receber.
A verdadeira questão não reside aí. A verdadeira questão é saber descodificar estes estímulos, que funcionam como uma avalanche. Se não esvaziamos a “box” amiúde, ficamos “enfartados” de tudo e “fartos” de nada.
