As pessoas não vêem o futuro!
O país não vê o futuro!
E eu escrevo de olhos fechados, para não ver nada disto!
Há uma derrota intima em mim, que não é particular, é humana!
Escrevo!
Apetece-me emburrecer. A factura do conhecimento é muito alta.
Perde-se ingenuidade. Ganha-se esperança. Depois, ganha-se impaciência e às tantas, não saí voz da garganta.
O que trago em mim?!
É inumerável, como o que vejo quando decido abrir os olhos
Há valentes, que eu bem os vejo.
Tomam decisões com medo. Angustiam-se e fazem. Certos ou errados, agem.
Há valentes e cobardes. Há de tudo, quando abro os olhos.
E há certezas nos meus momentos de fé!
N.B.
