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Novembro 2014

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Alinho os ombros, a coluna, o tronco todo sobre os quadris e sento-me no primeiro degrau das escadas. Assim sustenho melhor as emoções e aligeiro um nó, que me faz doer o peito. Ganharam um tom esverdeado, da invernia. Tudo o mais é igual. Quinze degraus de…

Nunca ninguém lhe provocara o riso como ele. Aliás, tinha o mérito de a surpreender, de a fazer gostar de coisas com as quais não se identificaria. Conheceram-se num restaurante, onde festejava com as amigas o aniversário. Enquanto cantavam os parabéns, ele com o ar mais natural…

O que não falta por aí são mensagens. Estão em todo o lado, como o ar que respiramos. Há quem as engula sem mastigar, quem as ouça e esqueça logo de seguida, quem as guarde para mais tarde ler, quem as ignore por completo. Há mensagens de…

** fotografia do meu conterrâneo Sr. Manuel Dias, partilhada no Facebook. Às vezes, tenho dificuldade em diferenciar o direito do avesso. Será pressa, distracção ou a perfeição da peça, mas acontece. Nesta história, que tenho tão presente na memória acontece-me o mesmo. Talvez as ingerências do presente…

As pessoas não vêem o futuro! O país não vê o futuro! E eu escrevo de olhos fechados, para não ver nada disto! Há uma derrota intima em mim, que não é particular, é humana! Escrevo! Apetece-me emburrecer. A factura do conhecimento é muito alta. Perde-se ingenuidade.…