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Outubro 2014

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As histórias infantis começam com “Era uma vez…” e  terminam com “foram felizes para sempre.”. Esta começa com um “há” de haver e termina num mundo sugestivo de paladares. Ora vamos lá: Há um mês no ano, em que deixam o Alentejo e instalam-se na cidade. São…

Afinal, o tempo sossega-nos sempre. Os solitários perdem-lhe o sentido, os que dizem não o ter, desejam-no como se deseja um homem ou uma mulher. Vivemos o tempo do “ir indo” e com isto esticamos tudo até mais não. Há sempre alguém que pergunta: “- O que estás…

Um lugar chamado rebeldia!Fui lá tantas vezes, talvez devesse lá voltar de quando em vez.”O meu mundo já mudou o suficiente”, diz uma voz conscienciosa, que já não sei calar. Apetece viver com estardalhaço. Apetece atirar com hábitos inúteis pela janela. Apetece construir outra semântica para definir…

És o meu barco! Não há onda ou tempestade que me impeça de navegar, porque és o meu barco! Uma espécie de fortaleza, onde eu me sinto princesa. Quero lá saber, que me chamem romântica ou que as feministas me olhem com desdém ou inveja… Amo os…

Quase todos se recordam dos autos de Gil Vicente e de como as personagens retratavam a sociedade da época. Num esforço de aproximação ao enquadramento que Gil Vicente deu aos autos,  peço-vos que participem num exercício do faz de conta. Imaginem não uma barca, mas um banco…